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Banda larga precisa de empurrão
 
     
 

Fonte - ZDNET


O sucesso desta tecnologia dependente das várias medidas que os diferentes países terão de rotular como prioritárias

O impacto positivo que a Internet de banda larga terá na sociedade da informação, na evolução tecnológica dos países e na economia é inquestionável. Durante o congresso Wireless LANs e Campus Virtuais, organizado pela UMIC (Unidade de Missão Inovação e Conhecimento), o potencial do acesso de banda larga foi várias vezes mencionado por todos os intervenientes, no entanto, estes últimos fizeram também questão de sublinhar que o sucesso do mesmo está dependente de várias medidas que os diferentes países terão de rotular como prioritárias.

O investimento em infra-estruturas, a aposta em programa de adesão à banda larga e o incentivo à concorrência no sector foram os pontos que mereceram maior destaque.

Referindo alguns números, João da Silva, representante da Direcção Geral da Sociedade da Informação, da Comissão Europeia, mencionou que as estimativas apontam para que, em 2006, o mercado da conectividade deva atingir os 37 mil milhões de euros em receitas. Os novos serviços multimédia, que irão operar sobre banda larga, deverão proporcionar às empresas de conteúdos mais de 40 mil milhões de euros em receitas.

Este mesmo responsável indicou ainda que, a Comissão deverá dar a conhecer aos estados membros, no segundo trimestre, novas linhas orientadoras relativas aos critérios e modalidades de atribuição de fundos para apoio ao sector das comunicações. As indicações europeias passam ainda por exigir que todos os estados membros possuam uma real estratégia de banda larga implementada, já este ano, e que toda a administração pública possua acesso de alta velocidade até 2005.

Actualmente, no centro das atenções está o programa Campus Virtual, cuja aplicação prática está a decorrer na Universidade de Aveiro. O objectivo central passa, segundo Diogo Vasconcelos, gestor da UMIC, pela criação e ampliação das redes de inovação e produção do conhecimento em Portugal, usando como alavancas e intensificadores os centros universitários e a sua respectiva comunidade académica e de investigação. As universidades podem agora candidatar-se ao programa, sendo financiadas a 75 por cento pelo Plano Operacional para a Sociedade de Informação (POSI). Em contrapartida, as universidades terão de disponibilizar conteúdos na Internet. Em construção continua o Portal do Cidadão que será disponibilizado em várias plataformas, entre as quais, os telemóveis.

 
     
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  18 de Julho de 2018  

 

   
 
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